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Teresa Azevedo

Mulher menina prosa e verso

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Meu Diário
20/02/2010 14h53
Semana pós carnaval e algumas limitações e explicações
 semana tenho tido momentos diversificados. Como eu voltei com a carbamazepina há poucos dias e mudou todo o meu relógio biológico com a volta ao trabalho passei um perrengue até me habituar. .(Acho que cabe explicar o uso de carbamazepina como controlador de humor. Na verdade sei que existem medicamentos bem mais modernos, mas eu a uso devido a minha dificuldade financeira. A minha situação financeira ficou tão complicada que o que sobra é destinada as despesas básicas da casa e a minha psiquiatra me ajudou fornecendo receita de carbamazepina que tenho podido pegar n o posto de saúde gratuitamente. A verdade é que ela tem feito um efeito desejado, ou seja, tem controlado meu humor e isto é que importa). Depois na sexta tivemos os feriados de carnaval e novamente a rotina não se estabeleceu, ao contrário Mas voltando a semana, logo no início como já relatei, ainda estava abalada pela mãe da minha amiga que teve os problemas psíquicos que até  o momento não se resolveram por sinal. Eu tive n a quinta feira uma dificuldade imensa de concentração no trabalho, não conseguia  me lembrar do andamento do serviço e foi assim até por volta de 10 horas, depois de tanto tomar cafezinhos e lavar o rosto. À tarde de quinta continuei com muito sono, mas já estava conseguindo me concentrar. Também na 4ª feira eu dormi mais cedo e depois acabei acordando com uma ligação e não conseguia mais dormir fiquei rolando na cama até por volta de 2 da manhã, tive que me levantar as  seis para ir para o trabalho então de fato dormi. Para que eu fique bem devo dormir 8 horas por noite pelo menos. Esta foi uma das limitações que relutei muito em aceitar, pois eu era uma pessoa muito dinâmica e podia ter ficado sem dormir que no dia seguinte estava pronta para o trabalho. As coisas mudam muito na vida da gente e hoje percebo que o melhor que fazemos é aceitar as mudanças e lutar ara superá-las, ser simplesmente resistente a elas só nos machucam e de nada adiantam. Outra coisa que me incomoda muito é minha falta de memória, eu acho que já mencionei aqui, mas vou falar novamente. Quando fui acometida pelo hipotireoidismo não descobri de imediato. Aliás, levei alguns anos para descobrir que estava com ele. Uma ginecologista, Dra. Natália provavelmente por eu reclamar muito do desânimo decidiu pedir os exames que comprovaram sua existência, quando ela me encaminhou para uma endocrinologista que deu início ao tratamento. Pois então, naquela época eu acabei perdendo parte da minha capacidade intelectual, felizmente pequena, mas o bócio já começava a me atingir. Eu sinto na verdade como se fosse uma fita cassete, os mais velhos sabem do que estou falando, quando ela enroscava nós abríamos cortávamos um pedaço, colávamos e a rebobinávamos. è como se parte de meu conhecimento tenha se perdido. E engraçado que quando as pessoas citam as coisas eu me lembro daquela aula de história da arte que aprendi sobre ... Eu fico tentando me lembrar do restante e não me lembro. Além disso, a capacidade de guardar nomes é nla tanto de pessoas como de artistas e de filmes, por exemplo. Este tipo de coisa me deixa triste porque me sinto tola as vezes por não conseguir discorrer sobre determinados assuntos. Perdi também parte de minha capacidade de concentração. Há alguns anos eu conseguia me ater a pelo menos dez assuntos de cada vez e ser precisa em cada um deles hoje em dados momentos, especialmente se eu não tiver dormido o suficiente, tenho dificuldade para me concentrar em um ou dois. Mas são coisas que fazem parte de mim agora e que preciso aceitar e trabalhar. De qualquer modo, o incentivo que meu amigo Fábio me tem dado de escrever tem me permitido mostrar as pessoas um lado de mim que é mais refinado e profundo do que o de simplesmente verbalizar. Bem mas voltando a semana, ontem foi um dia muito bom e produtivo consegui revisar assuntos pendentes no serviço e resolver boa parte deles. Sentir-me produtiva é algo que me alegra sobremaneira. À noite eu estava nas nuvens, feliz e realizada. Tentarei observar minha rotina de sono, trabalho secular e em casa, também me esforçarei para dar ao meu filho e demais membro da minha família um tempo de qualidade mesmo que não seja grande, mas que seja útil. Estar com meus amigos tanto virtualmente como no real é algo que me faz muito bem, portanto separarei um tempo para isto. Sem é claro deixar de me divertir e o mais importante estar com Deus, pois é dele que tiro todas as forças.

Foto acima é de uma das viagens dos amigos Rê e Fábio e achei interessante por ter uma rachadura na areia próxima aos pés de minha amiga o que pode demonstrar um pouco meus passos frente a minhas limitações.


Publicado por Teresa Azevedo em 20/02/2010 às 14h53
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17/02/2010 10h12
Na mão de Deus
Ontem fui a Igreja do Nazareno Central, no Culto da Vitória com um casal de amigos. Foi um convite maravilhoso que me fez tão bem. Falar com Deus sempre é maravilhoso e ontem foi um destes dias. Pude me sentir no colo do Pai sendo edificada, consolada, dirigida, enfim...
Na volta para casa passamos no Frans para um café e como foi agradável estar em companhia dos dois, tão lindos tão apaixonados, tão queridos, foi delicioso..
Folhando meus escritos eu me deparei com um relato de 16/10/97, quando eu ainda trabalhava na Área de Importação.  Eu  começava perceber minhas limitações e relutava para aceitá-las. Eu não conseguia separar as coisas e misturava minhas questões emocionais com as profissionais. Não tinha um acompanhamento psiquiátrico adequado e estava bem longe de descobrir meu verdadeiro problema, o Transtorno Bipolar. Vivia tempos muito difíceis Então naquele dia escrevi: Quando iniciei minha terapia, com a graça de Deus, pude começar colocar para fora minha insegurança e me tornei mais tranqüila em casa e de modo geral.
Senti-me lenta para diversos serviços, mesmo com a minha mudança para a área de apoio eu tenho realizado as tarefas bem devagar. De qualquer modo sinto-me mais a vontade exercendo esta função. Às vezes sinto uma imensa tristeza e tenho muitos repentes de profunda insegurança, sinto-me sem chão, mas vou ao banheiro orar pedindo a Deus que me capacite e retire de mim tudo isto.
Hoje 16/10/97 meu gerente disse que me vê como uma pessoa extremamente gentil, dedicada e esforçada, porém só deixo sobressair meu lado emocional, esquecendo-me do lado racional o que é necessário e imprescindível em determinadas situações. Ele recomendou-me a fortalecer o racional em mim, sem com isto sufocar o emocional o que ele considera apreciável e bom. Disse que se eu ponderasse as situações vividas por mim ou por outros eu obteria um equilíbrio que me permitiria uma série de ações confiáveis, tornando o que hoje são ações sinceras e bem intencionadas são confusas e imprecisas. Eu preciso, segundo ele, desenvolver minha capacidade de análise antes da execução de qualquer serviço ou  atitude na vida  para obter sucesso em tudo que eu fizer.
Eu tenho que concordar com ele em cada palavra e sem dúvida me esforço para ser assim, mas tenho grande dificuldade de ver a situações como alguém que esteja fora delas, sempre me envolvo e acabo me focando em detalhes, esquecendo-me do todo.
Logo depois disto eu acabei entrando em profunda depressão e fiquei afastada por um mês eu acho. Quando voltei já fui para a Área de Serviços Complementares onde consegui melhorar muito graças a tranqüilidade de exercer a função de secretária e, mesmo sem ainda tratar do transtorno encontrei em minha nova área uma nova perspectiva o que fez minha auto-estima melhorar muito.

Hoje percebo o quanto cada situação vivida por difícil que tenha sido auxiliou para me tornar uma pessoa melhor.
É difícil para as pessoas compreenderem que alguém que freqüente a Igreja tenha tantas dificuldades emocionais, mas eu creio que o trabalhar de Deus é manifesto de forma totalmente distinta na vida de cada um de nós. Além disto, continuamos sendo apenas seres humanos sujeitos as mesmas paixões. Lutar contra nossas mazelas é tarefa de todos. Sabendo que Ele é conosco tudo se torna menos pesado, mas todos temos um fardo.
Sou grata a Deus, extremamente grata a Ele por tudo que tem me dado, ensinado e me feito compreender.
ela, sempre me envolvo e acabo me focando em detalhes, esquecendo-me do todo.
Logo depois disto eu acabei entrando em profunda depressão e fiquei afastada por um mês eu acho. Quando voltei já fui para a Área de Serviçois Complementares onde consegui melhorar muito graças a tranquilidade de exercer a função de secretária e, mesmo sem ainda tratar do transtorno encontrei em minha nova área uma nova perspertiva o que fez minha auto-estima melhorar muito.
Hoje percebo o quanto cada situação vivida por difícil que tenha sido auxilio para me tornar uma pessoa melhor.
                                                                                          

Publicado por Teresa Azevedo em 17/02/2010 às 10h12
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15/02/2010 12h53
Dia 12 e 13/02/2010
Dia 12/02/2010 uma amiga me ligou que a mãe estava tendo ora uns momentos de depressão, ora raiva e ora momentos de apatia. Não conversava, não vinha comendo, nem tomando água e nem sequer urinando. A levamos ao Pronto Socorro da UNICAMP. Foram momentos muito ruins e difíceis para nós três. Minha amiga estava fragilizada, acabou passando mal e eu acabei ficando com ela e com a mãe, tendo que ser forte e estando em ruínas. O Pronto Socorro estava lotado, a demora no atendimento era muito grande mesmo tentando agilizar no que pude. Lutando contra minhas mazelas emocionais para poder ajudar as duas, eu fui me enchendo de medos, nervoso, lembranças guardados. Foi algo tão difícil e doloroso, mas acabei conseguindo ficar ali até o final. Claro que vi tantas outras coisas horríveis, mas o pior foi um garoto que não parava de chorar por ter que passar por uma cirurgia. Meu peito batia forte, o ar era pouco e eu só queria sair dali. Ele tinha a idade do meu filho caçula e havia batido o testículo na bicicleta. Procurei acalma-lo como a mãe e todos ao redor tentavam, mas ele chorava compulsivamente. Como eu já estava emocionalmente abalada com tudo, ouvi-lo chorar sem parar acabou comigo. Finalmente fomos embora mais de 2 da madrugada, sendo que havíamos chegado por volta das 19 h. Foram horas terríveis, mas a mãe dela parecia ter melhorado com um diasepan. Colheram exames de sangue, urina e rx. Após eu ter chego em casa tomei um banho e lavei minha cabeça, meu cansaço era tamanho que dormi com ela molhada mesmo. Dormi muito, mas tive pesadelos a noite e acordei agitada. Meu grau de nervosismo era grande no domingo. Liguei para minha amiga para saber como estavam as coisas e fiquei triste ao saber que a mãe estava tendo as mesmas crises. Mas tarde quando eles voltaram ao Pronto Socorro souberam que  tinha sido constatada uma infecção urinária bem adiantada e que isto havia deflagrado o problema psíquico, provavelmente já existente nela. A idéia de que o remédio para infecção também ajudaria a melhora psicológica era um conforto. De qualquer modo fiquei com elas na cabeça o dia todo. Ela fora encaminhada ao postinho, mas o mesmo só voltará a funcionar na 5ª feira. Liguei para ela hoje e a situação continua na mesma, aliás, só se agrava.
Teríamos o encontro do Grupo que faço parte aquela noite. Seria na casa de uma de nossas amigas e liguei para ela para ver o que eu deveria fazer. Ela pediu que ajudasse fazendo os convites e assim fiz algumas ligações e ela outras.
Precisava levar meu filho caçula. Ele não queria uma vez que já tinha combinado de sair com o amigo e mesmo eu propondo de levar o amigo ele ficou aborrecido por eu mudar seus planos de última hora. Normalmente eu os deixo sair sozinhos, mas era carnaval e as pessoas ficam alteradas nestes dias. Preocupo-me por ele ser novo ainda. Consegui convence-lo a ir comigo e disse que faríamos um cachorro quente especial para eles, para as filhas da minha amiga e a neta de outra delas. O pai do amigo do meu filho é muito rígido e quer saber detalhes sobre a hora que saem e a que horas voltam. Sendo que neste dia deu um limite máximo de horário mesmo estando comigo. Para mim seria fácil dizer isto se tivesse um carro a minha disposição, mas não tendo é bem complicado. Então fui tentando contornar as coisas. Nós teríamos que traze-lo no máximo até as 23:30, concordei mesmo que tivesse que pedir um táxi para isto. Aliás, a falta de carro me deixou presa para providenciar as coisas. Tentei encontrar meu filho casado para pedir que me levasse e nada. Amarguei meu nervoso até que minha amiga chegasse, pois queria preparar tudo para eles logo. Estava muito estressada querendo organizar o cachorro quente e não tendo como comprar as coisas. Era muita coisa para eu carregar sozinha. Minha amiga viria me pegar, mas só mais tarde, pois estava cuidando de outras coisas para o encontro também. Eu fiquei imaginando as pessoas chegando sem ter nada pronto. Depois tivemos uma mudança do cardápio. Senti uma ansiedade e desespero que creio ficaram mais intensos pela carga do dia anterior. Mas eu não estava bem para isto, sinceramente preferiria não pensar em nada disto. Acabei indo fazer as compras depois das 19 h quando minha amiga pode vir me buscar.
Chegando lá fui para cozinha, mas estava insegura. É horrível estar cozinhando na casa de outra pessoa.  Você não conhece nada e fica totalmente perdida. Como podem perceber no sábado tudo era problema para mim. No final tudo se ajeitou.
Eu não diria que tenha sido tudo ótimo pois não foi, mas ao menos tivemos nosso encontro e no dia seguinte eu consegui descansar o dia todo. Hoje estou bem melhor.

Desenho feito por Rafael no Paint

Publicado por Teresa Azevedo em 15/02/2010 às 12h53
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11/02/2010 06h46
O controle de humor
Mais um lindo dia desponta. Algumas nuvens escuras escondem o sol.  Mas é inevitável ver a glória de Deus manifesta na natureza e em mil. O controle do humor é algo que me fascina. É o racional das coisas, sem que elas percam a emoção. É a calma de um mar. A tranqüilidade dos ventos. É a deliciosa  brisa suave. É um sol de 8 a 9 horas da manhã ou de 16 as 17 horas. É a beleza de uma flor que já brotou. É tudo que é estável, tudo que é bom.Para quem passou a vida oscilante desde pequena é algo fantástico.  Eu não sei se desde pequena eu já tinha transtorno bipolar, sei apenas que desde então sofria com as oscilações de humor. Meus pais contam que certa feita uns amigos deles foram nos visitar e eles tinham uma filhinha da minha idade. Eu deveria ter por volta de 4 anos. Eu tinha muitas bonecas, pois era a neta mais nova e sobrinha também, assim todos me presenteavam muito. Mas a tal menina quis exatamente a boneca que eu mais gostava. Gentilmente deixei-a brincar, mas de repente dei um salto furioso sobre a menina com os dentes lhe mordi. Uma vergonha. Naturalmente o casal e a tal filhinha nunca mais apareceram em casa. Quando adolescente me lembro que em situações de desagrado eu tentava me conter, mas tinha duas conseqüências ou me deprimir ou era tomada por um crescente de raiva que explodia. Naquela época eu era dada a falar palavrões, o que Deus retirou de minha vida pois é algo muito ruim de estar ao lado de alguém que blasfema por tudo. Aprendi a dar graças e me sinto muito feliz por isto agora. Ainda hoje sou uma pessoa que prefere esclarecer sempre as coisas, mas felizmente agora consigo raciocinar antes de falar com o ofensor, ou mesmo  com alguém que me diga algo que não compreendo bem. Mas antes eu soltava impulsivamente a primeira coisa que me vinha a cabeça e não preciso de dizer o quanto isto foi prejudicial em minha vida. Compreender que termos um cérebro pensante eu até compreendia, mas utilizá-lo para tal em muitos momentos é que não conseguia.  Daqui  a pouco estarei no trabalho e tenho muito a fazer lá. Em outros tempos me desesperaria desde então, mas cá estou eu, trabalhando em meus relatos. Quando chegar lá quero me preocupar com o que tenho a fazer lá e viver cada momento de uma vez é algo que tenho exercitado e é muito bom. Claro que eu não estou levando isto é erro e fogo. Ser maleável também é capacidade de um cérebro pensante, mas finalmente aos cinqüenta percebi e consigo exercitar a vivência de cada momento e a não vivência de um momento quando ele é inapropriado. Como eu tenho relatado isto graças a Deus, ao meu controlador de humor, a atenção contínua que tenho exercitado nos últimos tempos, pois tenho certeza de que nada teria resultado se eu não quisesse melhorar, ser feliz e não conseguisse perceber como melhoro e como pioro.


Publicado por Teresa Azevedo em 11/02/2010 às 06h46
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10/02/2010 22h16
Não quero ser atropelada pelos problemas
Estou muito triste. O monitor do meu micro velhinho queimou. Levei tanto tempo para ter um micro meia boca. Achei que não fosse precisar dividir mais com o do meu filho com ele, mas estava enganada. Que desagradável!!! Tenho  conseguido organizar meu dia a dia, porém existem coisas que preciso resolver que fogem à rotina. A princípio consegui uma solução paliativa, mas terei que arranjar uma definitiva e não sei como. Sinto-me perdida com isto. Estou respirando firme, tentando não me desesperar e entregar nas mãos de Deus, como tenho feito nos últimos dias. Ao contrário do que fazia quando estava no estado depressivo que simplesmente ignorava o problema ou no eufórico que sempre imaginava soluções mirabolantes que logicamente não aconteciam. É um exercício diário de auto-análise, observação racional, e auto-crontrole. Confesso que não é nada fácil. Desde que voltei de férias meu Diretor me propôs ir para a sala dele de modo que passasse executar outras tarefas. Uma pontinha de baixa auto-estima tentou tomar conta de mim, mas estou relutante com ela, acreditando que esta será uma oportunidade de crescimento profissional. Creio que agora dependerá de mim mostrar minha capacidade e quero fazer o que estiver ao meu alcance para resolver o que estiver na minha alçada. Por outro lado fico preocupada com o que terei de desgaste físico em decorrência disso, mas pensando bem não devo me preocupar com isto não. Estou tomando CENTRUM e parece que está me dando uma força maior e combatendo um pouco os efeitos de sonolência provocados pelos remédios, então é bola para frente., Não devo antecipar minha preocupação. Agora uma coisa que quero muito é manter uma rotina espiritual, com meu filho, pais, físico e produtivo no site e no blog. Isto é algo que quero muito manter. Por hora está funcionando, vamos ver como fica a partir da próxima semana. Espero que cada vez melhor. Sei que não será fácil, mas tentarei eliminar o que estiver atrapalhando o andamento de tudo.

Publicado por Teresa Azevedo em 10/02/2010 às 22h16
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